Todo o dia é o dia de começar, continuar, recomeçar e se dar uma nova chance. Estar na presença de Deus é tudo na vida de uma pessoa e ler a sua Palavra Sagrada pode fazer a diferença entre vencer e perder. Faça a sua escolha e seja um VENCEDOR EM CRISTO JESUS. LEIA A BÍBLIA A PARTIR DE AGORA!

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Leitura Bíblica 122º dia



 Juízes  15

 1        Passado algum tempo, nos dias da ceifa do trigo, Sansão, levando um cabrito, foi visitar a sua mulher, pois dizia: Entrarei na câmara de minha mulher. Porém o pai dela não o deixou entrar
 2        e lhe disse: Por certo, pensava eu que de todo a aborrecias, de sorte que a dei ao teu companheiro; porém não é mais formosa do que ela a irmã que é mais nova? Toma-a, pois, em seu lugar.
 3        Então, Sansão lhe respondeu: Desta feita sou inocente para com os filisteus, quando lhes fizer algum mal.
 4        E saiu e tomou trezentas raposas; e, tomando fachos, as virou cauda com cauda e lhes atou um facho no meio delas.
 5        Tendo ele chegado fogo aos tições, largou-as na seara dos filisteus e, assim, incendiou tanto os molhos como o cereal por ceifar, e as vinhas, e os olivais.
 6        Perguntaram os filisteus: Quem fez isto? Responderam: Sansão, o genro do timnita, porque lhe tomou a mulher e a deu a seu companheiro. Então, subiram os filisteus e queimaram a ela e o seu pai.
 7        Disse-lhes Sansão: Se assim procedeis, não desistirei enquanto não me vingar.
 8        E feriu-os com grande carnificina; e desceu e habitou na fenda da rocha de Etã.
 9        Então, os filisteus subiram, e acamparam-se contra Judá, e estenderam-se por Leí.
 10      Perguntaram-lhes os homens de Judá: Por que subistes contra nós? Responderam: Subimos para amarrar Sansão, para lhe fazer a ele como ele nos fez a nós.
 11      Então, três mil homens de Judá desceram até à fenda da rocha de Etã e disseram a Sansão: Não sabias tu que os filisteus dominam sobre nós? Por que, pois, nos fizeste isto? Ele lhes respondeu: Assim como me fizeram a mim, eu lhes fiz a eles.
 12      Descemos, replicaram eles, para te amarrar, para te entregar nas mãos dos filisteus. Sansão lhes disse: Jurai-me que vós mesmos não me acometereis.
 13      Eles lhe disseram: Não, mas somente te amarraremos e te entregaremos nas suas mãos; porém de maneira nenhuma te mataremos. E amarraram-no com duas cordas novas e fizeram-no subir da rocha.
 14      Chegando ele a Leí, os filisteus lhe saíram ao encontro, jubilando; porém o Espírito do SENHOR de tal maneira se apossou dele, que as cordas que tinha nos braços se tornaram como fios de linho queimados, e as suas amarraduras se desfizeram das suas mãos.
 15      Achou uma queixada de jumento, ainda fresca, à mão, e tomou-a, e feriu com ela mil homens.
 16      E disse: Com uma queixada de jumento um montão, outro montão; com uma queixada de jumento feri mil homens.
 17      Tendo ele acabado de falar, lançou da sua mão a queixada. Chamou-se aquele lugar Ramate-Leí.
 18      Sentindo grande sede, clamou ao SENHOR e disse: Por intermédio do teu servo deste esta grande salvação; morrerei eu, agora, de sede e cairei nas mãos destes incircuncisos?
 19      Então, o SENHOR fendeu a cavidade que estava em Leí, e dela saiu água; tendo Sansão bebido, recobrou alento e reviveu; daí chamar-se aquele lugar En-Hacoré até ao dia de hoje.
 20      Sansão julgou a Israel, nos dias dos filisteus, vinte anos.
 Juízes 16

 1        Sansão foi a Gaza, e viu ali uma prostituta, e coabitou com ela.
 2        Foi dito aos gazitas: Sansão chegou aqui. Cercaram-no, pois, e toda a noite o esperaram, às escondidas, na porta da cidade; e, toda a noite, estiveram em silêncio, pois diziam: Esperaremos até ao raiar do dia; então, daremos cabo dele.
 3        Porém Sansão esteve deitado até à meia-noite; então, se levantou, e pegou ambas as folhas da porta da cidade com suas ombreiras, e, juntamente com a tranca, as tomou, pondo-as sobre os ombros; e levou-as para cima, até ao cimo do monte que olha para Hebrom.
 4        Depois disto, aconteceu que se afeiçoou a uma mulher do vale de Soreque, a qual se chamava Dalila.
 5        Então, os príncipes dos filisteus subiram a ela e lhe disseram: Persuade-o e vê em que consiste a sua grande força e com que poderíamos dominá-lo e amarrá-lo, para assim o subjugarmos; e te daremos cada um mil e cem siclos de prata.
 6        Disse, pois, Dalila a Sansão: Declara-me, peço-te, em que consiste a tua grande força e com que poderias ser amarrado para te poderem subjugar.
 7        Respondeu-lhe Sansão: Se me amarrarem com sete tendões frescos, ainda não secos, então, me enfraquecerei, e serei como qualquer outro homem.
 8        Os príncipes dos filisteus trouxeram a Dalila sete tendões frescos, que ainda não estavam secos; e com os tendões ela o amarrou.
 9        Tinha ela no seu quarto interior homens escondidos. Então, ela lhe disse: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão! Quebrou ele os tendões como se quebra o fio da estopa chamuscada; assim, não se soube em que lhe consistia a força.
 10      Disse Dalila a Sansão: Eis que zombaste de mim e me disseste mentiras; ora, declara-me, agora, com que poderias ser amarrado.
11       Ele lhe disse: Se me amarrarem bem com cordas novas, com que se não tenha feito obra nenhuma, então, me enfraquecerei e serei como qualquer outro homem.
 12      Dalila tomou cordas novas, e o amarrou, e disse-lhe: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão! Tinha ela no seu quarto interior homens escondidos. Ele as rebentou de seus braços como um fio.
 13      Disse Dalila a Sansão: Até agora, tens zombado de mim e me tens dito mentiras; declara-me, pois, agora: com que poderias ser amarrado? Ele lhe respondeu: Se teceres as sete tranças da minha cabeça com a urdidura da teia e se as firmares com pino de tear, então, me enfraquecerei e serei como qualquer outro homem. Enquanto ele dormia, tomou ela as sete tranças e as teceu com a urdidura da teia.
 14      E as fixou com um pino de tear e disse-lhe: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão! Então, despertou do seu sono e arrancou o pino e a urdidura da teia.
 15      Então, ela lhe disse: Como dizes que me amas, se não está comigo o teu coração? Já três vezes zombaste de mim e ainda não me declaraste em que consiste a tua grande força.
 16      Importunando-o ela todos os dias com as suas palavras e molestando-o, apoderou-se da alma dele uma impaciência de matar.
 17      Descobriu-lhe todo o coração e lhe disse: Nunca subiu navalha à minha cabeça, porque sou nazireu de Deus, desde o ventre de minha mãe; se vier a ser rapado, ir-se-á de mim a minha força, e me enfraquecerei e serei como qualquer outro homem.
 18      Vendo, pois, Dalila que já ele lhe descobrira todo o coração, mandou chamar os príncipes dos filisteus, dizendo: Subi mais esta vez, porque, agora, me descobriu ele todo o coração. Então, os príncipes dos filisteus subiram a ter com ela e trouxeram com eles o dinheiro.
 19      Então, Dalila fez dormir Sansão nos joelhos dela e, tendo chamado um homem, mandou rapar-lhe as sete tranças da cabeça; passou ela a subjugá-lo; e retirou-se dele a sua força.
 20      E disse ela: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão! Tendo ele despertado do seu sono, disse consigo mesmo: Sairei ainda esta vez como dantes e me livrarei; porque ele não sabia ainda que já o SENHOR se tinha retirado dele.
 21      Então, os filisteus pegaram nele, e lhe vazaram os olhos, e o fizeram descer a Gaza; amarraram-no com duas cadeias de bronze, e virava um moinho no cárcere.
 22      E o cabelo da sua cabeça, logo após ser rapado, começou a crescer de novo.
 23      Então, os príncipes dos filisteus se ajuntaram para oferecer grande sacrifício a seu deus Dagom e para se alegrarem; e diziam: Nosso deus nos entregou nas mãos a Sansão, nosso inimigo.
 24      Vendo-o o povo, louvavam ao seu deus, porque diziam: Nosso deus nos entregou nas mãos o nosso inimigo, e o que destruía a nossa terra, e o que multiplicava os nossos mortos.
 25      Alegrando-se-lhes o coração, disseram: Mandai vir Sansão, para que nos divirta. Trouxeram Sansão do cárcere, o qual os divertia. Quando o fizeram estar em pé entre as colunas,
 26      disse Sansão ao moço que o tinha pela mão: Deixa-me, para que apalpe as colunas em que se sustém a casa, para que me encoste a elas.
 27      Ora, a casa estava cheia de homens e mulheres, e também ali estavam todos os príncipes dos filisteus; e sobre o teto havia uns três mil homens e mulheres, que olhavam enquanto Sansão os divertia.
 28      Sansão clamou ao SENHOR e disse: SENHOR Deus, peço-te que te lembres de mim, e dá-me força só esta vez, ó Deus, para que me vingue dos filisteus, ao menos por um dos meus olhos.
 29      Abraçou-se, pois, Sansão com as duas colunas do meio, em que se sustinha a casa, e fez força sobre elas, com a mão direita em uma e com a esquerda na outra.
 30      E disse: Morra eu com os filisteus. E inclinou-se com força, e a casa caiu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela estava; e foram mais os que matou na sua morte do que os que matara na sua vida.
 31      Então, seus irmãos desceram, e toda a casa de seu pai, tomaram-no, subiram com ele e o sepultaram entre Zorá e Estaol, no sepulcro de Manoá, seu pai. Julgou ele a Israel vinte anos.

João 2
   1        Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, achando-se ali a mãe de Jesus.
 2        Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento.
 3        Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Eles não têm mais vinho.
 4        Mas Jesus lhe disse: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.
 5        Então, ela falou aos serventes: Fazei tudo o que ele vos disser.
 6        Estavam ali seis talhas de pedra, que os judeus usavam para as purificações, e cada uma levava duas ou três metretas.
 7        Jesus lhes disse: Enchei de água as talhas. E eles as encheram totalmente.
 8        Então, lhes determinou: Tirai agora e levai ao mestre-sala. Eles o fizeram.
 9        Tendo o mestre-sala provado a água transformada em vinho (não sabendo donde viera, se bem que o sabiam os serventes que haviam tirado a água), chamou o noivo
 10      e lhe disse: Todos costumam pôr primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior; tu, porém, guardaste o bom vinho até agora.
 11      Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galiléia; manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.
 12      Depois disto, desceu ele para Cafarnaum, com sua mãe, seus irmãos e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias.
 13      Estando próxima a Páscoa dos judeus, subiu Jesus para Jerusalém.
 14      E encontrou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas e também os cambistas assentados;
 15      tendo feito um azorrague de cordas, expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas
 16      e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio.
 17      Lembraram-se os seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me consumirá.
 18      Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Que sinal nos mostras, para fazeres estas coisas?
 19      Jesus lhes respondeu: Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei.
 20      Replicaram os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu, em três dias, o levantarás?
 21      Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo.
 22      Quando, pois, Jesus ressuscitou dentre os mortos, lembraram-se os seus discípulos de que ele dissera isto; e creram na Escritura e na palavra de Jesus.
 23      Estando ele em Jerusalém, durante a Festa da Páscoa, muitos, vendo os sinais que ele fazia, creram no seu nome;
 24      mas o próprio Jesus não se confiava a eles, porque os conhecia a todos.
 25      E não precisava de que alguém lhe desse testemunho a respeito do homem, porque ele mesmo sabia o que era a natureza humana.
Salmos 103

 1        Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome.
 2        Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.
 3        Ele é quem perdoa todas as tuas iniqüidades; quem sara todas as tuas enfermidades;
 4        quem da cova redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia;
 5        quem farta de bens a tua velhice, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.
 6        O SENHOR faz justiça e julga a todos os oprimidos.
 7        Manifestou os seus caminhos a Moisés e os seus feitos aos filhos de Israel.
 8        O SENHOR é misericordioso e compassivo; longânimo e assaz benigno.
 9        Não repreende perpetuamente, nem conserva para sempre a sua ira.
 10      Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniqüidades.
 11      Pois quanto o céu se alteia acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem.
 12      Quanto dista o Oriente do Ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões.
 13      Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem.
 14      Pois ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó.
 15      Quanto ao homem, os seus dias são como a relva; como a flor do campo, assim ele floresce;
 16      pois, soprando nela o vento, desaparece; e não conhecerá, daí em diante, o seu lugar.
 17      Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos,
 18      para com os que guardam a sua aliança e para com os que se lembram dos seus preceitos e os cumprem.
 19      Nos céus, estabeleceu o SENHOR o seu trono, e o seu reino domina sobre tudo.
 20      Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, valorosos em poder, que executais as suas ordens e lhe obedeceis à palavra.
 21      Bendizei ao SENHOR, todos os seus exércitos, vós, ministros seus, que fazeis a sua vontade.
 22      Bendizei ao SENHOR, vós, todas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio. Bendize, ó minha alma, ao SENHOR.
Provérbios 14.17-19

17       O que presto se ira faz loucuras, e o homem de maus desígnios é odiado.
 18      Os simples herdam a estultícia, mas os prudentes se coroam de conhecimento.
19       Os maus inclinam-se perante a face dos bons, e os perversos, junto às portas do justo.

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